crap

Crap, crap. É tudo o que eu posso dizer sobre o que eu mesma disse. Em vão escrevendo, querendo que todos sintam minhas príoprias angústias, mas o que mais consigo trancresver é o ridículo de todas elas.

Ela andava de um jeito todo errado. Seu corpo, seus pés, sua fisionomia, pareciam todos estarem indo para outro lugar. Ela toda parecia estar na direção contrária, sendo forçosamente impelida a seguir outro caminho

Dir-se-ia

Que

Ela era fria

Mas

Ele sabia

Que frios

Eram todos os outros

oi, tudo bem…. eu sei… nós não estamos muito bem preparados para tarefa como essa, mas creio que estamos bem dispostos a encarar o desafio. E duvidamos de que você esteja. Você está? Sei o medo que você sente em assumir grandes compromissos, em se sujeitar a obrigações e chateações. Sei muito bem a apreensão que você tem em falhar, em não corresponder às expectativas, em não persistir, em desistir antes da hora. Prefere, portanto, nem começar. Fica aí remoendo seus medos e criando dentro de si uma eterna angústia por não se ver movendo, fazendo, criando. Você é a auto-sabotadora perfeita. É. Tudo contribui para que você desista das coisas. Persistência não seria muito bem o seu nome. Não sei por que estou a usar eufemismos, persistência é uma qualidade inexistente em você, é isso que é a verdade. O último desafio que você terá que enfrentar antes de se afundar eternamente nesse calabouço de remorsos ou dele conseguir sair é o de vencer a sua própria fraqueza e seus próprios medos.

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